A parte mais visível de um agente de inteligência artificial é a conversa. A parte mais importante, porém, está na estrutura que sustenta cada resposta: quais informações podem ser consultadas, quais ações são permitidas, como uma exceção é reconhecida e quando uma pessoa deve assumir.
Começar pela escolha de um modelo ou pela aparência do chat costuma produzir uma demonstração interessante e uma operação frágil. O ponto de partida mais seguro é mapear o trabalho real. Quais perguntas se repetem? Que dados mudam a resposta? Que decisão exige autorização? Que erro não pode acontecer? Essas respostas definem o agente antes de qualquer linha de código.



